"A life is not important except in the impact it has on other lives."
Jackie Robinson (1919–1972)
Parafraseando Warren Bennis ; “A cultura corporativa é como a beleza: difícil de definir, mas fácil de reconhecer.”
Ainda assim vale a pena uma tentativa de definição, sem o compromisso de fechar questão sobre o assunto, mas com o propósito de conceder massa crítica para discussão de sua relação com os valores corporativos.
Cultura corporativa é um caldo, sendo que os valores, a liberdade de expressão, a tolerância a falhas, o estímulo a inovação, e as afinidades são ingredientes usuais.
Portanto, os valores são apenas um dos ingredientes que impactam a cultura corporativa. E deve ser considerado o núcleo central da cultura corporativa pela capacidade de mudança substancial nos outros ingredientes.
Toda corporação bem sucedida deve manter uma constante preocupação com a manutenção de sua cultura, e para isto o processo de seleção de seus “stakeholders” deve considerar a uniformidade dos valores, mesmo que isto comprometa resultados de curto prazo da corporação.
Na verdade, é esta crença nos seus valores, um dos principais indicadores de quão forte é uma corporação, e o que acaba por diferenciá-la do mercado.
Esta diferenciação do mercado não é uma garantia de crescimento da empresa, mas de sua perpetuação, pela construção de relacionamentos de longo prazo calcados na confiança devido a imutabilidade de seus valores independentemente das circunstâncias.

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