“Profitability. Growth. Quality. Exceeding customer expectations. These are not examples of values. These are examples of corporate strategies being sold to you as values.”
Stan Slap
Supostamente uma empresa de capital aberto tem a vantagem da
inexistência de conflito entre os valores dos sócios, geralmente muitos e
anônimos, e os valores corporativos. Bastaria observar os valores alardeados
nos diversos meios de comunicação da empresa, e pronto. Na prática é tão ou
mais complicado do que uma empresa de capital fechado. Não é incomum a
deterioração dos valores corporativos pelos diversos níveis de chefia
presentes, e a criação de valores “de facto” definidos pelo “modus operandi”
dos chefes, e de seus departamentos. Quando isto ocorre, os valores dos sócios,
que estariam representados, pelos valores corporativos formais, podem estar
sendo desprezados. A criação de uma governança corporativa, acompanhada de
auditorias periódicas, visa dentre outras coisas, zelar pela preservação dos
valores corporativos. Ocorre que, algumas vezes, a profundidade dos processos
de auditoria não identifica a corrosão dos valores corporativos. É essencial,
que estes processos amadureçam e revelem o risco corporativo da erosão dos
valores corporativos no tempo para que as devidas correções sejam feitas, e
preservem os sócios de surpresas desagradáveis.

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