"I see myself capable of arrogance and brutality... That's a fierce thing, to discover within yourself that which you despise the most in others."
George Stevens
A sensação de vitória presente em uma empresa quando adquire
outra pode ser facilmente conduzida a uma posição de arrogância para com a
adquirida. Isto pode ser observado na força e freqüência da imposição dos seus
valores. Não é prudente que a adoção pura e simples dos valores da empresa
adquirente seja a decisão final, pois corre-se o risco de um aceite imediato da
adquirida, apenas devido a fragilidade do momento da mesma, isto pode gerar uma
falta de comprometimento desta, e na rotina diária uma “práxis” conflitante com
este acordo. Posições maquiavélicas não
devem ser facilmente descartadas.
Conter a euforia, e impedir a proliferação da arrogância
deve ser um dos trabalhos principais dos executivos da adquirente. Colocar a
adquirida dentro das novas estratégias e objetivos devem ser feitos apenas
depois de discutir com clareza os valores da adquirente. A compreensão e
lealdade destes valores deve ser visto como um processo, devendo ser
acompanhado sistemática e periodicamente, formalmente, mas principalmente
informalmente. A observação de casos pertinentes à rotina da operação da
empresa é uma das formas de garantir um alinhamento entre o discurso e a
“práxis”.

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